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Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora.
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Azulejaria e Arte

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Nossa Senhora da Graça do Divor.
Nossa Senhora da Graça do Divor
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Nossa Senhora com o Menino.
Nossa Senhora com o Menino
Painel ornamental.
Painel ornamental
Composição ornamental.
Composição ornamental
Cercadura com emblemas marianos.
Cercadura com emblemas marianos
Nossa Senhora da Boa Fé.
Nossa Senhora da Boa Fé
Nossa Senhora da Conceição com os símbolos Marianos.
Nossa Senhora da Conceição com os símbolos Marianos
Albarrada.
Albarrada
Padrão com volutas de acanto.
Padrão com volutas de acanto
Frontal de altar.
Frontal de altar
Calvário.
Calvário
Frontal de altar.
Frontal de altar
A Vida da Virgem.
A Vida da Virgem
São Miguel de Machede.
São Miguel de Machede
São Miguel pesando as almas.
São Miguel pesando as almas
Daniel na fossa dos leões.
Daniel na fossa dos leões
 
Silhar de azulejos policromáticos (azul, amarelo e castanho) que reveste as paredes até à sanca num módulo de quatro por quatro azulejos. O conjunto é composto por três padrões diferentes divididos por guarnição a formar painéis; cada uma das paredes da nave possui quatro conjuntos que alternam a disposição dos padrões. A guarnição é formada por frisos que rematam a cercadura com reservas geométricas azuis e enrolamentos de acanto. A metade superior da parede divide-se em dois padrões diferentes alternados; o primeiro tem como motivo central uma reserva polilobada castanha que inscreve florão de motivos vegetalistas branco sobre fundo azul. No exterior é acompanhada por quatro adornos trilobados, em aspa. Estes motivos ligam entre si por reservas quadrangulares de cantos cortados, com moldura azul e amarela, que encerram florão de folhas de acanto estilizadas com remates em flor-de-lis. O segundo padrão tem como motivo central uma reserva de recorte mistilíneo, de fundo branco, que inscreve quadrifólio de acanto acompanhado por losangos e pintas. A ligação entre estas reservas é feita por outros quadrifólios de acantos, de maiores dimensões, sobre fundo azul. A cercadura junto à sanca, rematada por frisos azuis, apresenta diversos símbolos marianos da ladainha inscritos em coroas de louros seguradas por sereias, com braçadeiras a apanhar as caudas.

Azulejos de Padrão

Olarias de Lisboa
Primeiro terço do século XVII

 

   
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A azulejaria espanhola produzida em Talavera e Sevilha foi a matriz de muitos dos padrões produzidos em Lisboa, principalmente nas primeiras décadas do século XVII. Essa origem pode ser uma das razões pela preferência na utilização, na parte superior do revestimento da nave da igreja, de um padrão baseado no esquema decorativo da cruz e estrela, de origem árabe, aqui numa versão vegetalista de inspiração Maneirista.