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Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora.
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Nossa Senhora da Graça do Divor.
Nossa Senhora da Graça do Divor
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Nossa Senhora com o Menino.
Nossa Senhora com o Menino
Painel ornamental.
Painel ornamental
Composição ornamental.
Composição ornamental
Cercadura com emblemas marianos.
Cercadura com emblemas marianos
Nossa Senhora da Boa Fé.
Nossa Senhora da Boa Fé
Nossa Senhora da Conceição com os símbolos Marianos.
Nossa Senhora da Conceição com os símbolos Marianos
Albarrada.
Albarrada
Padrão com volutas de acanto.
Padrão com volutas de acanto
Frontal de altar.
Frontal de altar
Calvário.
Calvário
Frontal de altar.
Frontal de altar
A Vida da Virgem.
A Vida da Virgem
São Miguel de Machede.
São Miguel de Machede
São Miguel pesando as almas.
São Miguel pesando as almas
Daniel na fossa dos leões.
Daniel na fossa dos leões
 
Nossa Senhora da Graça do Divor.

Nossa Senhora da Graça do Divor

 

 

   
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O templo de Nossa Senhora da Graça do Divor, notável pelas linhas do pórtico de mármore maneirista, alberga um dos mais interessantes conjuntos de azulejaria seiscentista do Concelho de Évora.

Como se sabe, a azulejaria do século XVII em Portugal caracteriza-se pela produção seriada, isto é, a formação de conjuntos que derivam da repetição de um módulo comum, os padrões. Os revestimentos são organizados segundo regras elementares que presidem a arquitectura, com a definição de ritmos regulares verticais (os tramos) e horizontais (nível inferior e superior), sublinhados por elementos secundários, as barras e cercaduras.

Essa relativa simplicidade na produção e na aplicação permite uma grande intensidade decorativa, com os azulejos a moldarem-se aos vários planos do suporte arquitectónico, num revestimento contínuo que se articula com as restantes artes decorativas.

Como complemento, os painéis ornamentais “de brutesco” em composições mais individualizadas, realçam pontos fulcrais como o arco triunfal, enquanto um painel figurativo decora a capela baptismal. Marca do cuidado posto na encomenda, realizada provavelmente por volta de 1630, é a cercadura com emblemas marianos realizada expressamente para o templo do Divor.

No exterior, marcam-se ainda as estações da procissão do Senhor do Passos, com azulejos figurando a cruz do Calvário.