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Inventário Artístico da Arquidiocese de Évora.
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Azulejaria e Arte

Magnificat Maria

Expressões Artisticas da Fé

Joalharia na Arte Devocional

Relicários

Arte Indo-Portuguesa

 
Nossa Senhora da Graça do Divor.
Nossa Senhora da Graça do Divor
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Azulejos de Padrão.
Azulejos de Padrão
Nossa Senhora com o Menino.
Nossa Senhora com o Menino
Painel ornamental.
Painel ornamental
Composição ornamental.
Composição ornamental
Cercadura com emblemas marianos.
Cercadura com emblemas marianos
Nossa Senhora da Boa Fé.
Nossa Senhora da Boa Fé
Nossa Senhora da Conceição com os símbolos Marianos.
Nossa Senhora da Conceição com os símbolos Marianos
Albarrada.
Albarrada
Padrão com volutas de acanto.
Padrão com volutas de acanto
Frontal de altar.
Frontal de altar
Calvário.
Calvário
Frontal de altar.
Frontal de altar
A Vida da Virgem.
A Vida da Virgem
São Miguel de Machede.
São Miguel de Machede
São Miguel pesando as almas.
São Miguel pesando as almas
Daniel na fossa dos leões.
Daniel na fossa dos leões
 
Azulejaria e Arte.

 

 

 

   
   
   

No concelho de Évora existem referências fundamentais para a história da azulejaria portuguesa: o revestimento de composições geométricas da Ermida de São Brás (c.1575); os painéis ornamentais maneiristas da Igreja do Espírito Santo, datados de 1631; os painéis de Gabriel del Barco para a Igreja de São Tiago (1696); os conjuntos de António Oliveira Bernardes para a Igreja dos Lóios (1711) e para a Igreja da Misericórdia (1716); os azulejos do Colégio do Espírito Santo, atribuídos à oficina pintor Valentim de Almeida (1744-1746), ou o conjunto atribuído à Fábrica Real do Rato, na Igreja do Convento das Mercês.

Menos conhecidas mas nem por isso menos interessantes, as pequenas igrejas dos arredores de Évora - Nossa Senhora da Graça do Divor, Nossa Senhora da Boa Fé e São Miguel de Machede -, localizadas num contexto ainda hoje rural, foram objecto de encomendas que, assumindo influências do vocabulário ornamental Maneirista, Barroco e Rococó, demonstram a versatilidade expressiva do azulejo, afinal, uma das razões preponderantes para a sua eleição como uma das artes plásticas mais características de Portugal.